sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

"Se tivesse Twitter na época da Legião Urbana, a gente seria massacrado", diz Dado Villa-Lobos


Sentado no banquinho de um estúdio na rua Teodoro Sampaio, em São Paulo, nesta quinta-feira (29), Dado Villa-Lobos, ex-guitarrista da Legião Urbana, está inquieto. Afina o violão, treina trechos de músicas e, vez ou outra, dá uma balançada nos pés, calçados com tênis brancos levemente sujos. Atualmente Villa-Lobos trabalha na divulgação de "O Passo do Colapso", seu segundo trabalho solo após "Jardim de Cactus", de 2005.
Enquanto a entrevista não começa, Dado checa diversas vezes seu smartphone. As atualizações são justificadas por sua surpresa com a marca de 17 mil downloads do novo single "Colapso", disponibilizado gratuitamente nesta semana pelo iTunes. É a primeira experiência do músico com a distribuição digital. "Fiquei muito tempo pensando em lançar um álbum, mas não sabia mais por onde começar. Mostrei uma música para o produtor e ele disse: 'Grava, depois a gente pensa como faz'".
Foi o que Dado fez. Ainda se acostumando com a repercussão das mídias sociais, após três décadas de distribuição convencional com a banda, que em 2012 completaria 30 anos, o músico acredita que "se na época da Legião Urbana tivesse Twitter, Facebook, essas coisinhas todas, a gente ia ser massacrado de qualquer jeito". Ao UOL, Dado também falou sobre a festa de aniversário com Wagner Moura, a repercussão do ex-integrante Renato Rocha, que hoje é morador de rua, a burocracia quanto aos direitos do trio e o que essas três décadas de carreira significam. 
UOL Música: Você pensou em algum momento da carreira que não ia conseguir sair da sombra da Legião Urbana?
Dado Villa Lobos:
 Não sei, acho que o “Jardim de Cactus” já tinha me dado a certeza de que, como compositor do rock e pop, eu conseguia fazer boas músicas com meus parceiros. Canções não só para eu gravar, mas para outros gravarem. Até abri mão de várias composições, tem músicas que sou só interprete. Acho que consegui adquirir uma vida própria pelo que já fiz esses anos, trilhas, músicas para televisão. Mas é claro que a Legião tem uma força muito intensa, muito grande. E a Legião Urbana 'Omnia Vincit' (vence a todos).

Você ainda tem muito trabalho com a Legião em relação aos direitos autorais?
É uma burocracia só, são advogados, editores, gravadoras. Mas neste momento, para 2013, decidi: "Tô legal". Esse ano teve o lance do Wagner [Moura, que cantou com a banda], que foi muito intenso. De tocar na televisão e ter aquela repercussão absurda. Foi uma loucura. Valeu a pena, total. Foi o ápice daquilo tudo. Se na época da Legião Urbana tivesse Twitter, Facebook, essas coisinhas todas, a gente ia ser massacrado de qualquer jeito, pode ter certeza. Show da Legião era sempre confusão, isso que era o lance. Era um show de rock, você tem que esperar as coisas acontecerem, esperar o pior sempre. E o Renato [Russo], às vezes, era muito insuportável no palco.
Hoje em dia, você falar de Legião Urbana pode ser complicado, então, é melhor deixar quieto.
Dado Villa-Lobos
E olhando agora com mais de distanciamento, você acha que valeu a pena? 
Muito, valeu muito a pena. Na verdade, era para festejar porque em 2012 seriam 30 anos da banda. A ideia era essa. Mas hoje em dia você falar de Legião Urbana pode ser complicado, então é melhor deixar quieto. Deixa ali. A Legião 'tá ali' desde o quinto disco. A gente falava: "Já existe ali, vamos fazer outras coisas". Comecei a produzir outros artistas. A gravadora dizia que a gente precisava voltar. A gente voltava e gravava um novo disco.
Você voltaria a fazer algum outro tributo parecido no futuro?
Acho que não, acho que já foi. Tem que ser divertido, tem que ser fácil, sem complicação. Se for para ser difícil, a gente não precisa disso. A Legião não precisa disso.

E esse ano ainda teve a repercussão em cima da história do [ex-baixista] Renato Rocha...
Foi surreal. Tem essa história do pessoal dizer: "Largaram o cara na miséria". Não foi isso. Alguns anos atrás, ele saiu do grupo. Ele não frequentava mais o estúdio, a gente estava gravando “As Quatro Estações” e precisávamos fazer terapia em grupo quando ele aparecia. Quando ele ia, o produtor sentava e falava: "Meu filho, você não pode fazer isso". Enfim, ele saiu da banda e tomou o caminho dele. Há dois anos um amigo me liga e fala: "Cara, vi Negreti mendigo na Lapa, catando latinha". Eu falei: "Aí não, não é possível". Que merda. Ele tentou falar com ele, trocar telefones, mas os amigos mendigos dele não deixaram. O que eu quero dizer com isso é que a escolha foi dele e dificilmente ele vai aceitar ajuda. Ele escolheu. É uma pena porque ele era meu brother, ele era, tipo, querido.

Samuel Rosa comentou que acha que o pop rock está em declínio por causa da mídia...
Acho que faz parte do colapso, tá tudo ali, essa questão de como o pop rock não tem espaço. Eu acho de fato, e é louco. Mídia impressa, televisão, com certeza exclui. Mas porque será, né? Não sei. O mundo corporativo tá intenso, englobando e destruindo possibilidades de algo diferente. Mas é um ciclo, vai acabar. Vai chegar a hora que vão precisar de um maluco cabeludo, com violão, guitarra elétrica para falar alguma coisa para as pessoas.

Que tipo de música você baixa na internet?
Entrei meses atrás na iTunes Store e baixei o “Sun”, da Cat Power, que é avassalador, sou fã. Baixei o “Tempest” do Bob Dylan, que é aquela coisa retrô-clássica, incrível. Tem o “Coexist” do xx. Baixo porque isso demoraria muito para chegar em uma loja. Eu não sou o cara que vai fazer uma conta em um site de upload, pagando todo mês para pegar música de graça. Não sou assim. Também baixei essa banda brasiliense chamada Sexy-Fi. É uma nova onda de Brasília. Os caras têm 30 anos e ainda moram com os pais.

Bem diferente de vocês...
Mas não tem problema. Meu filho tem 24 e mora comigo, eu acho ótimo.

Ele te acompanha?
Às vezes ele aparece, dá o ar da graça. Mas ele é jogador de poker, foi para um campeonato em Las Vegas e foi o brasileiro mais bem colocado. Entre 3.700 pessoas ele ficou em 70º lugar, voltou com uma grana no bolso, achei sensacional.

Os 30 anos de Legião Urbana, de certa forma, são seus 30 anos de carreira. Qual seria sua avaliação dessas décadas?
Minha avaliação é que o Estado deveria me aposentar (risos), me dar uma pensão, pagar alguma aposentadoria. Se realmente esse Estado brasileiro servisse para alguma coisa. Minha avaliação é que éramos adolescentes e que estamos aí, 30 anos depois, ainda presentes na cena brasileira, toda essa rapaziada que saiu de Brasília. O que vejo é que a gente morava em uma cidade que tinha 20 anos de idade e a gente botou mais ainda essa cidade no mapa. E essa cidade é a capital do país e a gente faz parte da cultura daquele lugar. 

FONTE: http://musica.uol.com.br/noticias/redacao/2012/11/29/se-tivesse-twitter-na-epoca-da-legiao-urbana-a-gente-seria-massacrado-diz-dado-villa-lobos.htm

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Elton John faz shows em São Paulo, Porto Alegre e Brasília em fevereiro e março de 2013


O cantor e compositor Elton John chega ao Brasil em fevereiro e março de 2013 para shows da turnê “40th anniversary of the Rocket Man”. O artista faz apresentações em São Paulo, Porto Alegre e Brasília.
As performances ocorrem no dia 27 de fevereiro, no Jockey Club, na capital paulista; 5 de março no estádio Zequinha, na capital gaúcha, e 8 de março no Centro de Convenções Internacional, na capital federal.
Para os shows em São Paulo e Brasília, os ingressos começam a ser vendidos a partir de 8 de dezembro. Já para o show em Porto Alegre, a venda será iniciada no dia 10 de dezembro. A apresentação em São Paulo faz parte do projeto Open Sounds, da produtora XYZ Live.
A compra poderá ser feita pelo site www.livepass.com.br, para os shows de São Paulo e Porto Alegre, ou no site www.ingressorapido.com.br para a apresentação em Brasília.
Em São Paulo, os ingressos variam entre R$ 1 mil (Cadeira Premium A, numerada) e R$ 250 (Cadeira Setor G). Em Porto Alegre, entre R$ 180 (Pista) e R$ 750 (Vip Lounge, cadeira numerada). Em Brasília, a variação é entre R$ 200 (Pista) e R$ 450 (Camarote).
SÃO PAULO
Quando:
 27 de fevereiro de 2013
Onde: Jockey Club
Quanto:
Cadeira Premium A – R$ 1 mil0 (cadeira numerada)
Cadeira Premium B – R$ 900 (cadeira numerada)
Cadeira Setor C- R$ 650
Cadeira Setor D- R$ 550
Cadeira Setor E- R$ 450
Cadeira Setor F- R$ 350
Cadeira Setor G- R$ 250
Classificação etária: Livre
* Meia-entrada concedida para aposentados, idosos, professores das redes públicas Estadual e Municipal  e Estudantes do ensino fundamental, médio, sequenciais de graduação e pós graduação, mediante apresentação de carteira estudantil do ano letivo com foto no ato da compra e no acesso ao evento.
Início das vendas: 8/12, à 00h01
Pontos de venda:
- Site: www.livepass.com.br
- Call Center: 4003-1527 (custo de ligação local + impostos). Horário de funcionamento:  de segunda-feira a sábado – das 09h às 21h
- Bilheteria (sem taxa de conveniência): Estádio do Morumbi - Praça Roberto Gomes Pedrosa, s/n – Bilheteria 2. Horário de Funcionamento: de segunda a domingo– das 10h às 18h. Não funciona em dias de jogos. Formas de pagamento: Dinheiro, Visa, Mastercard, Diners, Amex, Maestro e Visa Electron
Outros pontos de venda (com taxa de conveniência): Livepass Market Place, Livepass Villa Lobos, Show Tickets Shopping Iguatemi, Central de Turismo Shopping Frei Caneca, Central de Turismo Bar Brahma, Teatro Gazeta, Concierge do Shopping Taboão (Taboão da Serra) Concierge do Shopping Bonsucesso (Osasco), Posto Gravatinha (Santo André). Formas de pagamento, horários de funcionamento e PDV’s em outros Estados no site da Livepass (www.livepass.com.br)
PORTO ALEGRE
Quando:
 5 de março de 2013
Onde: Zequinha
Quanto: (1º lote)
Arquibancada – R$ 210
Pista – R$ 180
Cadeira estádio (não numerada) – R$ 280
Cadeira Premium (numerada) – R$ 550
Vip Lounge (cadeira numerada) – R$ 750 – com serviço de translado + comidas e bebidas
Início das vendas: 10/12, à 00h01
Classificação etária: 14 anos
Descontos: desconto de 50% para idosos, mediante apresentação de documento de identidade para os seguintes setores: Cadeiras Premium, Cadeiras Estádio, Pista e Arquibancada. Desconto de 10% de desconto para titulares do Cartão do Assinante ZH e um acompanhante para os seguintes setores: Cadeiras Premium, Cadeiras Estádio, Pista e Arquibancada. Desconto de 20% sobre o valor do ingresso para estudantes mediante a apresentação de documentos que comprovem a condição de beneficiário tanto no momento da compra quanto na entrada do evento e somente nos pontos de venda físicos. Os ingressos com desconto só podem ser adquiridos na Bilheteria do Teatro do Bourbon Country.
Pontos de venda:
- Bilheteria Teatro Bourbon Country  (sem taxa de conveniência). 2º Pavimento do Shopping Bourbon Country. Horário de Funcionamento: de segunda a sábado – das 14h às 22h. Formas de pagamento: Dinheiro, Visa, Mastercard, Redeshop,Visa Electron e Amex
- Site: www.livepass.com.br
- Call Center: 4003-1527 (Custo de ligação local + impostos). Horário de funcionamento:  de segunda-feira a sábado – das 09h às 21h
Outros pontos de venda com taxa de conveniência:
- My Ticket – Centro – Rua dos Andradas, 1.425 – loja 69. Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 9h às 18h. Não funciona aos sábados e domingos
- My Ticket – Moinhos – Rua Padre Chagas, 327 – Loja 6. Horário de atendimento: de segunda a sexta, das 9h às 18h, sábados das 10h às 15h. Não funciona aos domingos
Mais informações: www.engageeventos.com.br e (051) 3217 8020 | 3217 8021 (horário de funcionamento: de segunda-feira a sexta-feira – das 09h às 20h)
BRASÍLIA
Quando: 8 de março de 2013
Onde: Centro Internacional de Convenções - Endereço: SCES Tr.02 Conj. 63 (em frente ao Monte Líbano prox. ponte JK)
Quanto: (1º lote, valores de meia/promocional)
Camarote: R$ 450
Cadeira Premium: R$ 500
Cadeira Vip: R$ 350
Pista: R$ 200
Início das vendas: 15/12, `as 00:01
Classificação etária: 16 anos
Pontos de venda:
- Fnac (Parkshopping) e Central de Ingressos do Brasília Shopping
- Vendas on line: www.ingressorapido.com.br
- Call Center: 4003-1212
Mais informações: visionproducoes.com

FONTE: http://guia.uol.com.br/noticias/2012/12/05/elton-john-faz-shows-no-brasil-em-2013.htm

Estreia: Brad Pitt vive matador implacável em 'O homem da máfia'


Brat Pitt vive Jackie Cogan em 'Killing them softly' (Foto: Divulgação)Brad Pitt vive Jackie Cogan em 'O homem da máfia'
(Foto: Divulgação)
As afinidades entre a política, o mercado financeiro e os gângsters são tratadas da maneira mais cínica no drama policial "O homem da máfia", nova parceria entre o diretor neozelandês Andrew Dominik e o astro Brad Pitt que, como fizera em "A morte de Jesse James pelo covarde Robert Ford" (2007), protagoniza e produz o filme dirigido e roteirizado por Dominik.
Mais uma vez, o ponto de partida de Dominik é um livro, no caso, "Cogan's trade", de George V. Higgins, cujo enredo ele traz para 2008. E a assinatura visual do filme, que concorreu à Palma de Ouro em Cannes 2012, é inconfundível.
Valendo-se do recurso da câmera lenta em cenas de violência --um contraste acentuado pelo uso de músicas românticas — e diálogos inusitados por serem ditos por quem são, Dominik compôs mais uma obra que ultrapassa o filme de gênero e é valorizada por uma precisa direção de atores. Aliás, o casting é o primeiro ponto forte de "O homem da máfia".
Dois ladrões pés-de-chinelo, Markie (Scoot McNairy) e Russell (Ben Mendelsohn), assaltam uma casa de pôquer ilegal, a partir da dica de um amigo, o ex-presidiário Johnny Amato (Vincent Curatola). O golpe tem tudo para ser o crime perfeito porque a culpa deve cair nas costas de Markie Trattman (Ray Liotta), o administrador da casa de jogo, mas que foi o mandante de um outro assalto ali mesmo anos atrás.
Embora todos os espertos do submundo saibam da culpa de Markie no golpe do passado, ele não pagou por isso — nada foi provado, ele levou uns sopapos e ficou por isso mesmo. Mas, na suposta reincidência, ele vai pagar o pato, até porque esse tipo de roubo paralisa por um bom tempo todo o lucrativo circuito do jogo ilegal.
Furiosos com o prejuízo, os chefões  — nunca identificados — querem punição exemplar. Primeiro, para Markie. Assim, o "motorista" (David Jenkins), em nome dos chefões, convoca o melhor matador da praça, Dillon (Sam Shepard). Como ele não pode ir, envia em seu lugar o não menos respeitado Jackie Cogan (Brad Pitt).
A terceirização do crime não pára por aí. Como Cogan é conhecido de Johnny Amato e ele detesta matar conhecidos — "fica emocional demais", segundo ele —, chama um outro colega para este serviço, Mickey (James Gandolfini, de "Família Soprano").
Todas as longas conversas para o planejamento de roubos e mortes evidenciam o modus operandi de uma verdadeira economia paralela em que os matadores sentem tanta piedade por suas vítimas quando os tubarões do mercado financeiro demonstraram pela apropriação das economias de investidores desavisados na crise mundial de 2008.
O tempo todo vê-se nas televisões ligadas em bares e lanchonetes vários trechos da primeira campanha eleitoral de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos, então enfrentando John McCain.
A política, aliás, é vista com total desdém por todos os envolvidos. E o matador inteligente e implacável vivido por Brad Pitt tem as frases mais eloquentes de uma história totalmente niilista sobre os famosos ideais da nação norte-americana.
Nisso, também, "O homem da máfia" mostra ser bem mais do que apenas um filme de gângsters, embora a lista de cadáveres pelo caminho não seja nada desprezível.

FONTE: http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2012/11/estreia-brad-pitt-vive-matador-implacavel-em-o-homem-da-mafia-1.html

A Delux Night Life confirma mais uma Dj em seu line-up



Fonte/Créditos: Divulgação
O Dj paulista que também toca piano e guitarra é mais uma atração confirmada na festa grifada da e-music.
Arjonas também produtor e multi-instrumentalista usa sua experiência para produzir um estilo musical próprio dentro do progressive house e a house music. Para conferir um pouco mais do seu trabalho escute abaixo os sets produzido por ele.





FONTE: http://ofesteiro.com/noticias/2012/03/07/a-delux-night-life-confirma-mais-uma-dj-em-seu-line-up.html

Oasis anima o seu começo de dezembro no Mais In Concert deste Sábado


O Programa Mais In Concert deste Sábado (01) abre o mês de Dezembro apresentando 1 hora com os maiores sucessos da banda Oasis.  

Oasis foi uma banda de rock de Manchester, Inglaterra. O grupo começou em 1991 mas apenas surgiu no cenário mundial em 1994 como "marca" do tradicional rock britânico, que estava em baixa graças ao surgimento de outras correntes musicais, como o grunge norte-americano. A banda estabeleceu-se como uma das mais aclamadas dos anos 1990, não apenas pela sua qualidade musical, como também pelo comportamento peculiar dos seus membros, como por exemplo os confrontos com a mídia e as brigas entre os dois irmãos Liam Gallagher e Noel Gallagher.
É uma das bandas mais influentes da geração anos 90 e uma das bandas britânicas mais bem sucedidas da história, tendo vendido mais que noventa milhões de discos desde 1994.
O Mais In Concert começa a partir das 19h00.

FONTE: http://www.maisfm.org.br/musica-nacional/260-oasis-anima-o-seu-comeco-de-dezembro-no-mais-in-concert-deste-sabado

Após saída do Toque no Altar, Rafael Bitencourt lança seu primeiro CD solo, “Dias Melhores Virão”


O cantor Rafael Bitencourt está lançando seu primeiro CD solo, “Dias Melhores Virão”, pela gravadora Canzion.
Ex-vocalista do ministério Toque no Altar, esse é o quarto álbum da carreira do cantor, e traz como destaque a faixa título do CD, “Dias Melhores Virão”, e a música “Tudo é Possível”, segundo informações de Tiago Abreu, assessor de imprensa do cantor.
O álbum traz mensagens voltadas para os temas recorrentes na carreira de Rafael, como adoração extrema, prosperidade e milagres.
Num estilo que mescla o pop com o louvor congregacional, o álbum foi masterizado no renomado estúdio Abbey Road Studios, de Londres.
Confira o tracklist do CD “Dias Melhores Virão”:
01 – Dias Melhores Virão
02 – Tudo é Possível
03 – Shekinah
04 – O Melhor pra Mim
05 – Eu Amo esse Deus
06 – Agindo o meu Deus
07 – Confia em Mim
08 – Vai Acontecer
09 – Muito Mais de Deus
10 – Ressuscitou
11 – A Minha Fé
12 – O Sol Brilhará para Nós

FONTE: http://musica.gospelmais.com.br/toque-altar-rafael-bitencourt-cd-dias-melhores-virao-20070.html

Cantor John de Andrade inicia produção de seu primeiro single, “Vivendo a Promessa”


O cantor John de Andrade iniciou a produção de seu primeiro single, “Vivendo a Promessa”.
Na estrada há alguns anos, John de Andrade já dividiu o palco com cantores como Rose Nascimento, André Valadão, Aline Barros, entre outros.
A produção do single “Vivendo a Promessa” será realizada por Alexandre Vieira, com produção dos arranjos vocais de Janeh Magalhães.
Segundo informações da Press Gospel, o produtor Alexandre Vieira já trabalhou com grandes nomes da música gospel, como Asaph Borba, Marcelo Guimarães, Kléber Lucas, Adhemar de Campos, Eduardo Flor, Carmélia Tonin, Luiz Fontana, Cláudio Conceição, MPV, Life Kids I,II e III, Reparadores de Brechas, Feitos Pra Louvar, Gérson Ortega, Alda Célia, Donald Stoll, Daniel Souza, Amilcar Sampaio, David Quinlan, Gérson Freire, Leile, Carlinhos Félix, Carlos Xavier e Daniel Régis, entre outros.
O contrato para a produção do single foi assinado no último dia 30/11, e tem o lançamento previsto para o dia 22/12, durante evento no Beto Carrero World. “Estamos preparando um trabalho de qualidade, da maneira que acreditamos que Deus mereça. Estamos com os melhores. No back vocal teremos Janeh e Fael Magalhães, Cleyde Jane e Paulo Zuckini”, revelou o cantor.
A pós-produção do single “Vivendo a Promessa” será feita no Wes Westside Studio, em Nova York.

FONTE: http://musica.gospelmais.com.br/john-andrade-producao-single-vivendo-promessa-20076.html